Por que a Rússia está atacando a Ucrânia? Causa, aliados e mais
Vladimir Putin autorizou o envio de tropas militares russas para uma missão na Ucrânia
O mundo amanheceu apreensivo com a iminência de uma guerra de altas proporções após tropas militares da Rússia invadirem a Ucrânia, dando prosseguimento aos planos do presidente Vladimir Putin contra o movimento de aproximação entre Ucrânia e a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Entenda por que a Rússia está atacando a Ucrânia e saiba quem são os aliados de cada nação na guerra.
Causa da guerra
A Ucrânia ainda possui grandes conexões históricas com a Rússia, sobretudo por ter sido uma república soviética no passado, garantindo que boa parte da população fale o idioma russo e apoie a ideologia de Putin, que se apoia nesse detalhe para justificar os ataques, iniciados oficialmente em 2014.
A principal causa da operação militar ordenada pelo líder russo gira em torno de seu desejo pela desmilitarização da Ucrânia e inversão da expansão da Otan, que se torna a principal ponte de defesa para o país que está sendo atacado nesta quinta-feira (24). Além disso, Putin quer que a Ucrânia renuncie seus territórios.
Aliados
A Ucrânia possui uma vasta lista de aliados, incluindo os países integrantes da OTAN, incluindo Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia na Europa Ocidental, além dos países do G7, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, que farão uma reunião emergencial nesta quinta-feira para definir os próximos passos contra a Rússia. A União Europeia também impôs sanções severas ao país comandado por Vladimir Putin e deve anunciar novas medidas em breve.
Enquanto isso, a Rússia é a única responsabilizada pelos ataques e, apesar de não possuir um aliado declarado até o momento, ainda pode receber aportes nos próximos dias.
Apesar da Ucrânia estar munida de grandes aliados, é preciso compreender que os países favoráveis ao país na guerra lidarão com o ataque de forma diplomática em um primeiro momento, distribuindo sanções e tentando ferir Putin de forma estratégica, principalmente depois que os EUA e outros aliados da OTAN informaram que não pretendem acionar tropas militares para o combate.